81º Dia

Maio 11th, 2008 por Rafael Munhoz

Está todo mundo querendo!

Pessoal, neste sábado usei o Ka para ir a Interlagos acompanhar a primeira corrida da GT3 Brasil (aliás, show de categoria, só com carrão, boas disputas, muito legal mesmo!). Sobre o carrinho da Ford, nenhuma novidade séria. Um ponto que não comentei muito ontem e que continua me impressionando é nas curvas, que, mesmo em alta velocidade, o veículo não perde o controle e sequer canta pneu (sem abusar, é claro).

Mas vou aproveitar este post para falar de um outro assunto. Muita gente nas ruas ficam admirando o novo Ka, isso não é novidade. Entretanto, como o carro estava na garagem de casa ontem e rolou uma festa por aqui, muita gente curiosa vinha me perguntar sobre ele. E não só aqui: o Kazinho também atiçou a curiosidade de outros locais nos quais passei no sábado.

Eram pessoas querendo saber do modelo, super interessadas em trocar seus atuais automóveis pelo carro da Ford. As reações, entretanto, não eram muito variadas. A maioria adorou o visual, falando que melhorou muito em relação à versão passada. Todos quiseram ver o interior, onde tiveram gratas e tristes surpresas.

Por um lado, uma pessoa achou sofisticado, considerando o preço do Ka e todos os seus equipamentos. Por outro, não gostaram muito do acabamento na cor do carro na parte de dentro da porta (nem eu) e a questão de duas portas ser, hoje em dia, um pouco perigosa, já que quando está uma turma junto, é preciso levantar do banco da frente do passageiro para poderem descer do assento traseiro. Entretanto, quase todo mundo notou, de cara, que o automóvel melhorou em tamanho.

Outro ponto interessante de ser comentado é que nenhum dos “novos admiradores” está a pé. Todos têm algum carro e colocam o Kazinho como uma das alternativas para o próximo. São donos de Corsa, de Golzinho 1992, e até mesmo de Focus.

E você, pretende trocar seu carro atual pelo novo Ka? E os donos da nova versão do carro, já notaram o interesse dos amigos e familiares pelo modelo da Ford?

Postado em Conforto, Desempenho, Equipamentos, Estabilidade, acabamento | 25 comentários »

80º Dia

Maio 10th, 2008 por Rafael Munhoz

Entenda o motivo do Ka ser quase um “Kart”

Na madrugada de sexta para sábado, consegui, à 1h00 da manhã, pegar um trânsito carregado na Av. Bandeirantes. E o pior é que nesse horário tudo fica mais perigoso, porque as pessoas não estão com muita paciência, outras estão bêbadas etc. Foi aí que eu notei mais ainda a agilidade do novo Ka.

E justamente por essa agilidade, resolvi explicar o motivo de chamarmos (eu também já falei sobre isso) o carro de “Kart”. As reações são parecidas mesmo. Competi nessa categoria há uns 5 anos – aliás, fui campeão paulista na Granja Viana. O paralelo entre o Ka e o carrinho de competição realmente existe.

Entenda: no Kart, por ser leve e ter um motor potente, a aceleração acontece de forma muito rápida, mas a velocidade final não é um absurdo. As reações do freio também, são extremamente instantâneas. Ao virar o volante, no Kart, você se sente parte dele, já que a resposta é precisa e imediata.

Pois bem, no novo Kazinho o sentimento é bem parecido. A velocidade dele pode não ser monstruosa, mas o motor 1.6 l ajuda a ter uma aceleração considerável, o que pode ajudar nos trânsitos, principalmente em relação à segurança, já que os movimentos do carro acabam saindo como pensamos.

Nas curvas, o carrinho segura muito bem, como dizem por aí “é muito no chão”. A freada também, um tanto exagerada, inclusive, algo normal nos carros mais novos, mas que também pode salvar vidas, se bem dosada.

Apesar de ser um carrinho popular, com um nível de equipamentos não muito vasto, mas já bem considerável pelo preço, o Ka continua me impressionando. Ultimamente, andei em diversos sedãs e hatches médios, e continuo ficando surpreso quando pego o carro da Ford para dar “uma volta”.

Outro ponto que quero falar, rapidamente, é que gostei do som do carro, na medida do possível. O grave fica bem audível e o som controlado, mas vale lembrar que nada fica 100% pela acústica interna do modelo. Mas considerando exatamente isso, gostei bastante do resultado. Dá para curtir bastante e, se quiser, tirar até uma onda. O único contra que percebi mais forte nesse ponto é o acabamento, que acaba “vibrando” quando o som está muito alto, mas nada que incomode profundamente.

E vocês, já tiveram situação de trânsito nas quais precisaram da agilidade do Ka para se safar? E o som, o que acharam?

Postado em Desempenho, Equipamentos, Estabilidade, Freios, Itens de série, Segurança, Som, acabamento, motor | 12 comentários »

79º Dia

Maio 9th, 2008 por Ricardo Meier

ka_retro2.jpg

O campeão da visibilidade

Como disse no meu primeiro post sobre o Ka, fui dono de um 1.0 GL há alguns anos. Uma das coisas que me incomodavam nele eram os espelhos retrovisores pequenos e o vidro traseiro de dimensões modestas.

Foi um alívio no novo Ka ver os retrovisores externos com área maior. Lembrei, então, da recente pesquisa da Cesvi Brasil, sobre visibilidade dos carros. O ranking do instituto leva em conta a área que efetivamente não é enxergada pelo motorista, incluindo a distância em que carros e pedestres podem ser visualizados.

Coincidentemente, o novo Ka é o melhor em sua categoria (veja o ranking aqui). De três estrelas e meia, o Ford pulou para quatro, superando o Mille. Esse “meio ponto” foi conquistado graças aos retrovisores externos e ao deslocamento do limpador do vidro traseiro para fora da área envidraçada, segundo me contou um especialista da Cesvi.

Detalhes que podem parecer pequenos, mas que são decisivos em uma situação de ultrapassagem ou manobra.

ka_retro1.jpg

Resposta Ford – Post 58º Dia

Como prometido no post relativo ao 58º Dia, entramos em contato com a assessoria de imprensa da Ford sobre a fixação dos alto-falantes traseiros. A montadora informou apenas que “a instalação do conjunto de alto-falantes traseiros deve ser feita utilizando-se parafusos de rosca soberba”.
 

Postado em Segurança | 16 comentários »

78º Dia

Maio 8th, 2008 por Rafael Miotto

ka400.jpg

Um problema resolvido

Como informado no post anterior, deixei o Ka na concessionária para trocar o sensor de combustível. O consultor me tratou muito bem e entregou o veículo no prazo combinado; de acordo com o ele, o problema aconteceu na resistência do sensor, que se partiu em um determinado ponto. Quando o sensor do nível de combustível se encontra com esse ponto, ele fica “doido”, gerando confusão quanto à quantidade verdadeira no tanque.

Além disso, a chave de manutenção que aparecia no painel foi apagada. Depois da revisão dos 10 000 km, foi preciso registrá-la no banco de dados do veículo para que a luz se apagasse.

2º contato

Em meu segundo dia guiando o Kazinho, a imagem que ele continua passando é boa. Considero o tamanho do carro e o seu conjunto motor/câmbio ideais para o tumultuado e caótico trânsito de São Paulo. Com ruas infestadas de veículos, ele se dá muito bem em congestionamentos e é muito esperto para conseguir um “buraco” no meio do trânsito.

Um ponto que não me agradou foi o barulho sentido dentro do veículo, o som dos pneus em contato com o asfalto é alto e incômodo. Isso acontece devido à sua falta de vedação acústica.

E na opinião de vocês, qual é o melhor carro para enfrentar o trânsito infernal das grandes cidades?

Postado em Ruídos | 47 comentários »

77º Dia

Maio 7th, 2008 por Rafael Miotto

Parada para manutenção

Hoje deixei o Ka do Teste dos 100 dias em uma concessionária Ford para solucionar um problema que está incomodando: o marcador de gasolina não funciona corretamente devido a um problema no sensor de nível do combustível, que fica dentro do tanque. Além disso, a luz de manutenção está acesa, problema que será verificado também. Deixei o carro às 9h e o consultor me prometeu entregá-lo por volta das 16h. Vamos esperar para ver; o sensor de nível será trocado.

Vamos à praia!

Enquanto todos ficaram trabalhando aqui em São Paulo, o meu primeiro contato com o Ka aconteceu em uma viagem até a Praia Grande, no litoral sul de SP. Apesar de parecer um programa maravilhoso, pode não ser bem assim. O meu objetivo na viagem era fazer fotos e entrevistas para uma reportagem da MOTOCICLISMO Magazine, matéria que deveria ser feita no mês passado, mas devido a um roubo que sofri quando fui lá da primeira vez, só pude fazer agora. Na outra ocasião, um homem me abordou armado e levou a Hilux 3.0 Turbo Diesel 2007 que eu estava dirigindo, assim como todas as minhas coisas. Fiquei só com um chiclete no bolso.

Desta vez, o Ka foi o meu parceiro para ir ao local e, mesmo com um pé atrás de voltar lá depois do que aconteceu, felizmente tudo foi ótimo. O dia estava maravilhoso e nada melhor do que ir à praia no meio da semana. Saí da redação aqui na região de Santo Amaro e utilizei a rodovia dos Imigrantes para fazer a descida. A minha primeira impressão do veículo foi ótima. Se não soubesse de todos os problemas que ele já passou, seria melhor ainda.

Com sua relação peso/potência (8,6 kg/cv com álcool) muito esportiva, o difícil foi segurar o pé para não ultrapassar o limite imposto pelos radares. A estrada estava com tráfego normal e cheguei lá tranqüilamente, com todos os meus pertences na mão. Na volta, escolhi a Anchieta; com certeza não foi a melhor escolha, a pista estava cheia de caminhões e muitos insistem em desrespeitar a lei utilizando a faixa da esquerda. Mas o Ka não decepcionou e teve um bom desempenho para subir a serra. Como estava cercado de caminhões, a sua agilidade foi essencial para completar o trajeto de volta com mais rapidez. 

Postado em Conserto, Desempenho | 22 comentários »

76º Dia

Maio 6th, 2008 por André Farias

Emocionante e divertido!  

É isso o que tenho a dizer do novo Ford Ka. Durante dois anos fui proprietário do modelo antigo, com motor 1.0 l, e quando fiquei sabendo que a revista CARRO faria o teste dos 100 Dias com a nova versão, fiquei muito curioso em dirigi-lo. Finalmente matei essa curiosidade de ontem para hoje.  Hoje, tenho o Ford Fiesta 1.6 l completo, então a primeira coisa que estranhei no Ka foi a falta de regulagem de altura do banco do motorista. Não sou muito alto, mas no Fiesta ela existe e acomoda melhor o corpo. Logo tive pequenas dores nos pés, mas isso não atrapalhou em nada a dirigibilidade.

Bom, não tive a oportunidade de guiar a versão 1.6 l antiga do Ka, mas me chamou muito atenção por ser um carro mais leve e propiciar bom desempenho. Achei estranho o ruído que o carro faz em movimento. Parece que o pneu esta murcho ou com algum problema. A direção hidráulica também é outra bênção nesta nova versão, lembro que no Ka que eu tinha o volante era pesado demais. Fazer curvas, desviar de buracos, tudo isso fez o pouco tempo que estive com o novo Ka prazeroso.

Decepcionei-me um pouco com o som do carro, não é dessa vez que poderemos ter quatro caixas acústicas nele. Quanto ao desenho externo do carro, não tem comentários: ficou muito, mas muito mais bonito e chamativo. No final da minha experiência ao volante do novo Ka, posso afirmar que o compacto da Ford me agradou. Afinal de contas, o que é bom para um pode não ser bom para outro.

Postado em Conforto, Desempenho, Estabilidade, acabamento | 57 comentários »

75º Dia

Maio 5th, 2008 por Mário Sérgio Venditti

Quatro dias de convivência

Não é todo dia que se faz um percurso São Bernardo do Campo-Santo Amaro sem pegar um baita trânsito, demorando 1h20 para percorrer 28 km. Hoje, levei só (?) 55 minutos, encerrando uma convivência de quatro dias com o Ford Ka, durante o feriado prolongado. Não viajei, portanto, o compacto limitou-se a mostrar se é bom mesmo na cidade. Como disse no post anterior, ontem o carro ganhou mais um fã: meu pai, que elogiou, principalmente, o design e o espaço interno (vale lembrar que ele tem pouco mais de 1,70 m e todo o banco do passageiros estava para trás, uma vez que não havia ninguém no banco traseiro).

Vou fazer aqui um balanço resumido, até ratificando aqui algumas opiniões:

Ergonomia: muito bom e com os controles à mão. Muito ruim apenas o acesso da mão no porta-trecos instalado na porta. O nicho é estreito demais. Falando de espaço interno, o carrinho é apertado para quem senta atrás, até para minha filha de 12 anos. Principalmente se os bancos dianteiros estiverem totalmente arrastados para trás.

Desempenho: ágil na cidade, como é sabido, mas como bebe! A dirigibilidade é nota 10.

Design: gosto da dianteira, mas ainda considero a traseira um pouco esquisita. Claro que não foi assim, mas parece que foi resolvida às pressas.  

Ruídos: vamos fazer ainda um teste para aferir o nível de ruído. Mas, além dos barulhos vindos do acabamento, como foi dito antes, tenho a impressão que o motor também reverbera um som estranho. Isso percebi desde o começo do teste. Alguém que tenha Ka já notou o mesmo?

Postado em Conforto, Consumo, Desempenho, Ergonomia | 41 comentários »

74º Dia

Maio 5th, 2008 por Mário Sérgio Venditti

trabalho-014.JPG

Um carro que vibra 

Neste domingo, o Ford Ka me levou para viver um momento de extrema felicidade. Fui ao jogo da decisão do Campeonato Paulista e vi o Palmeiras campeão. Sorte que deixei o nosso personagem do Teste dos 100 Dias bem longe da briga que houve entre polícia e torcida depois da partida. O compacto ficou intacto, felizmente.

Só não está mais intacto por causa da pequena batida na traseira. Mas, sobre aquilo que a gente não vê, ele já deixa a desejar. Além dos ruídos mencionados anteriormente, percebi uma certa vibração quando passa por um asfalto irregular. Um barulho que vem, aparentemente, dos vidros. Com pouco mais de 10 000 km rodados, o Ka, pelo visto, precisa de um aperto geral em suas peças e em seu acabamento.

Meu pai, que ainda não conhecia o Novo Ka, adorou o carro. Ou seja, o modelo mais voltado para um público jovem agradou um senhor de 74 anos. Ele até falou que, se não tivesse comprado um Fiat Siena recentemente, consideraria o Ka. Você acha que o Ka é mesmo para os consumidores mais novos ou muito gente com mais idade tem o carro?

Postado em barulho, consumidor | 27 comentários »

73º Dia

Maio 4th, 2008 por Mário Sérgio Venditti

A troca por um Fiesta na concessionária

Hoje, foi a vez de simular a venda do Ka em uma concessionária Ford. Fui à Sandrecar, aqui em São Bernardo do Campo, onde o vendedor Roberto, de uma educação à toda prova, me atendeu. “Olha, não gostei do novo Ka e gostaria de vendê-lo. Não me acostumei com carro de 2 portas”, inventei. A primeira pergunta que ele fez: “Qual carro você pensa levar?”. Entrei no jogo e defini um Fiesta 4 portas com motor 1.0 dotado de ar-condicionado, trio elétrico, direção hidráulica e na cor prata.

Sempre solícito, Roberto acionou o computador e começou a fazer as pesquisas. Sem tentar me empurrar nada além do pedido, ele revelou o preço: “O Fiesta 1.0 Flex 4 portas 08/08 com os equipamentos que o senhor pediu, mais o kit pulse sai por R$ 38 225. Mas ele está com uma promoção, então seu preço cai para R$ 36 900″, disse.

Roberto perguntou quanto eu queria no Ka e respondi que não tinha muita noção de preço. “Vou consultar nosso avaliador”. Saiu e, minutos depois, voltou animado. “Estamos pagando muito bem: R$ 32 000″, afirmou. Mostrei interesse na troca e falei que iria pensar. “Temos para pronta entrega e damos como cortesia tapetes, protetor de cárter e o filme nos vidros”, finalizou. Geralmente, as concessionárias fornecem apenas o velho e bom tapete. Assim, achei bastante interessante a cortesia do protetor de cárter. 

Na saída, havia interessados em volta de um Ka exposto e puxei conversa com outro funcionário. “A fila de espera do Ka está longa, não?” “É verdade”, ele respondeu. “É que 50% da produção do Ka é destinada à exportação. A Ford ainda não conseguiu resolver isso”.

Postado em Mercado | 22 comentários »

72º Dia

Maio 2nd, 2008 por Mário Sérgio Venditti

A venda em uma loja de seminovos

Debaixo de muita chuva, embiquei o Ka do Teste dos 100 Dias em uma loja de seminovos das inúmeras que existem na avenida Faria Lima, em São Bernardo do Campo. “Estou querendo vender meu carro”, disse, de bate pronto, ao vendedor que veio me atender rapidamente. Acho que ele não acreditou. Como pode já querer vender um automóvel que vem provocando correria às concessionárias Ford?, deve ter pensado. Ivan, esse era seu nome, foi para dentro e voltou do escritório com o Mauro, que se apresentou como dono da loja.

Com ar desconfiado, Mauro disparou uma pequena sabatina. Onde eu morava, por que razões queria “passar adiante” o novo Ka, se ele tinha algum problema etc. Enquanto eu respondia, ele caminhava em volta do Ka. Ainda bem que a placa do carro é de São Bernardo do Campo. Se fosse de Camaçari, ele logo poderia supor que o carro pertence à montadora. Disse que me decepcionei com o carro ao longo de três meses de uso, que não era o que eu esperava e que seu único problema é o pequeno amassado no pára-choque traseiro por conta de uma batida (já relatada aqui).

Mauro perguntou quanto eu queria e chutei alto, justamente para ver a reação dele: R$ 33 000. Afinal, com a fila de espera, ele poderia fazer um bom negócio com alguém que esteja ávido por comprar o modelo. O proprietário da loja argumentou que por esse preço seria difícil conseguir lucro na hora da revenda e blablablá. Ofereceu, então, R$ 30 000. Pedi R$ 31 500 e ele finalizou com R$ 30 800.

Fingindo curiosidade, perguntei por quanto ele achava que venderia o carro e quantos dias demoraria. Ele, claro, não respondeu sobre o preço, mas afirmou que, “no máximo em três semanas”, conseguiria vender o Ka. Não é para menos: o compacto ainda é uma mosca branca nas lojas de seminovos. Fiquei de pensar e fui embora.

Amanhã, eu conto como foi minha investida em uma concessionária Ford.  

Você, que possui o carro, já pensou em vendê-lo? Por quanto?

Um abraço 

Postado em Mercado | 34 comentários »

« Posts anteriores Post seguintes »