66º Dia

Agosto 29th, 2008 por Angelo Treviso

Sensível diferença

 

Vou direto ao assunto: consumo! De ontem para hoje usei o Palio Locker para refazer o mesmo trajeto entre a editora e minha residência. Pelo fato de ser o rodízio dele ontem, peguei o trânsito dás 20h um pouco menos complicado, mas mesmo assim com trechos de anda-e-pára. Também aproveitei a noite quente que fez em São Paulo para rodar com o ar-condicionado ligado full time. Abastecida com gasolina, zerei o hodômetro e segui meu caminho conferindo o computador de bordo. Após rodar 11 km o computador mostrava a média de 8,0 km/litro. Achei bom por se tratar de gasolina, mas confiei desconfiando. Ao completar 15 km rodados cheguei em casa e a média já estava na casa dos 8,1 km/litro.

 

Hoje pela manhã, para minha surpresa, assim que liguei o carro o computador voltou a marcar os 8,0 km/litro. Saí de casa e nem bem rodei 3 km sobre o trânsito intenso da 6ª feira para a média cair para 7,6 km/litro. E assim ela se manteve até eu completar 15 km e chegar à editora.

 

Aproveito meu post de hoje para tentar esclarecer a dúvida do blogueiro Junior, que nos perguntou:

1) Existirá ou não um teste da Adventure Locker junto com o Palio Trekking? R: Sim, existirá. A pauta, comandada pelo repórter César Tizo, do portal Carro Online, está prevista para acontecer na próxima 2ª feira. A Trekking já está na editora.

 

2) Existe ou não a possibilidade de se fazer um teste na serra de estrada de terra de Parati? R: Possibilidades sempre existem caro Junior. E essa sua sugestão entre Parati e Cunha é bem-vinda. Vamos analisar.

 

3) Por fim, uma pergunta ainda não feita por ninguém: o ABS da Locker, por se tratar de um carro com freios a disco na frente e tambores atrás, realmente faz “a diferença”? Ele atua como o esperado ou semelhante a um veículo com freio a disco nas quatro rodas? Por favor, para mim é importante saber disso na hora da escolha de um carro novo. R: Junior, basicamente a função vital do ABS — que é evitar o travamento das rodas durante uma frenagem de emergência — é a mesma para todo o tipo de veículo. O que pode mudar sim é a eficiência entre os dois conjuntos de freios citados. Com certeza a frenagem de um veículo equipado com discos nas rodas traseiras será sempre melhor a de um equipado com tambores, tenha ele ABS ou não.

 

Abraço,

 Angelo

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65º Dia

Agosto 28th, 2008 por Rafael Miotto

Ao apagar das luzes

O momento da compra de um automóvel normalmente é cercado de sentimentos bons. Apesar de gerar grande ansiedade, a felicidade reina, mas depois alguns problemas podem aparecer. Nada como o famoso “cheiro de carro novo” ou a emoção de finalmente ter o primeiro carro. Só que, a partir daí, as coisas mudam e o objeto de desejo pode se tornar um pesadelo.

lockerluzes.jpg

Isso também acontece com a Locker do Teste dos 100 Dias. Como o ser mortal que é, tem seus defeitos. Já apareceram alguns “nhec-nhec”, outros usuários reclamam das suspensões, do espaço interno e o preço de venda não agradou muito. Assim, chega o momento em que o dono resolve se desfazer do antigo sonho e mudar de carro.

Pensando nisso, resolvi pesquisar quanto está valendo uma Locker usada no mercado. E para minha surpresa, às vezes, a encontramos por um valor até mais alto do que o preço sugerido pela montadora. Por exemplo, encontrei uma Locker por R$ 59 000 com 1 000 km rodados, isso falando de uma versão básica, sem itens como airbag e ABS. Claro que tem aquela conversa de que o carro está novo, mas o preço sugerido no site da Fiat para a versão básica O km é de R$ 55 100.

Bem, conto com a sua ajuda para ver se achamos uma Locker usada mais barata. E pergunto, será que na hora da venda os donos do veículo perderão muito dinheiro?

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64º Dia

Agosto 27th, 2008 por Angelo Treviso

Um agradável reencontro


Passados 54 dias do último contato que tive com o Palio Adventure Locker, ontem à noite reencontrei o modelo para um curto trajeto urbano — cerca de 20 km —, entre a editora que fica em Santo Amaro e minha casa, moro no bairro da Saúde. Ao conferir o Diário de Bordo, notei que desde a última vez que andei com a Locker ela já rodou cerca de 6 817 km entre percursos rodoviários, estradas de terra e também nos centros urbanos. Ao girar a chave os 9 258 km registrados no hodômetro comprovaram que a station-wagon tem tido um uso intenso. No mesmo instante lembrei-me do post do blogueiro Juliano, que no 63º Dia fez o seguinte comentário: “Com 9 000 km nas mãos de um monte de jornalistas diferentes, correndo em estrada de terra e passando reto nas valetas, acho perfeitamente normal que comecem a surgir alguns ruídos internos. Num uso mais normal, nas mãos de uma única pessoa, creio que estes mesmos ruídos só fossem surgir acima dos 30 mil km.”


Faz sentido. Se esses 9 258 km tivessem sido rodados com um único “dono”, talvez a nossa Locker apresentasse menos barulhos. Mas isso é apenas uma opinião que compartilho com o leitor. Não quero dizer com isso que os outros motoristas estejam judiando do carro, ou que a Locker é perfeita a ponto de não apresentar defeitos. Aproveito também para responder algumas dúvidas do leitor Leandro Lopes (comentário do 63º Dia), que perguntou: “Mas e aí, a embreagem está ou não está normal? E o problema da poeira, é má vedação das borrachas ou por causa do entra e sai do carro?E os barulhos e rangidos, já sabem quais são os motivos?A idéia de se testar um carro por 100 dias não é para descobrir possíveis defeitos prematuros? Se não estiver normal, já agendaram uma visita à concessionária para verificar os problemas acima?”


Como usuário, minha opinião é: 1) A embreagem — monodisco a seco com mola a disco e comando hidráulico — está com um curso de pedal normal e não me pareceu dura; 2) Um pouco de infiltração de poeira nas canaletas dos vidros e na fechadura da tampa do porta-malas para mim não chega a ser um problema na vedação das borrachas, uma vez que o pó não invadiu o habitáculo. (Após rodar na terra qualquer outro carro está sujeito a isso; 3) Do pouco que rodei de ontem para hoje por ruas esburacadas, notei que um dos rangidos é proveniente mais uma vez do encosto do banco traseiro e o outro da forração da porta do passageiro dianteiro. Um terceiro ruído vinha de um dos encaixes do tampão do bagageiro que alguém removeu e deixou solto (falha nossa (!), após recolocá-lo no lugar o ruído parou; 4) Quanto aos defeitos prematuros eles não podem ser generalizados. (Acredito que os do carro dos 100 Dias sejam dessa unidade avaliada e 5) Vamos agendar uma visita não-programada ao serviço autorizado para mais uma vez tentar encontrar uma solução para os nhec! Nhec!

Por fim, considerando o uso intensivo e a rotatividade de motoristas que conduziram a Locker, ainda assim reencontrei um carro agradável e em boas condições de uso.

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63º Dia

Agosto 26th, 2008 por Wilson Toume

Um carro virtual

 locker_016.jpg

Após alguns dias, voltei a ter contato com a Adventure Locker e, para a minha surpresa, o carro dá sinais que está sentindo a maratona. Embora o hodômetro indique pouco mais de 9 000 km rodados, a impressão é a de que a station tem bem mais que isso. Os principais indícios são os conhecidos rangidos e outros barulhos internos, que não dão trégua. O banco traseiro segue como o principal vilão. A solução paliativa é apelar para o rádio, aumentando o volume. Menos mal que não é preciso deixá-lo num volume ensurdecedor para encobrir os “nhec-nhec” na traseira.

A embreagem, dura, também merece crítica. Felizmente, não enfrentei nenhum trecho de congestionamento pesado, pois nesse caso, provavelmente ficaria com dor na perna esquerda (caso o congestionamento fosse daqueles demorados).

Aproveitando o comentário de diversos leitores, aproveitei para fazer um levantamento sobre a espera pelo modelo nas concessionárias. Entrei em contato com algumas revendas (de todas as regiões da capital e sem me identificar como jornalista) e a resposta não foi nem um pouco animadora. Todas indicaram um prazo mínimo de 30 dias para a entrega do veículo - contados a partir da encomenda, na qual se deve depositar um sinal - com o máximo variando entre 60 e 120 dias!

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62º dia

Agosto 25th, 2008 por João Anacleto

Números de teste e respostas para alguns leitores

Atendendo a pedidos, e para manter o bom andamento deste blog (já que uns parecem desconfiar da capacidade dos profissionais que aqui escrevem) lá vão os números de testes da Palio Adventure Locker, em nossa pista de testes em Limeira, SP.

Acelerações 

0 - 40 km/h - 2s9 em 17,2 m

0 - 60 km/h - 5s2 em 49.6 m

0 - 80 km/h - 8s4 em 112,1 m 

0 - 100 km/h - 12s7 em 221,4m

0 - 400 m  - 18s5

Retomadas

40 - 100 km/h (3ª marcha) - 11s6

60 - 120 km/h (4ªmarcha) - 17s2

80 - 120 km/h (4ª marcha) - 12s4

Frenagens

100 a 0 km/h - 42,0 m

80 a 0 km/h - 27,0 m

60 a 0 km/h - 15,3 m

Bom, houve gente perguntando qual o comportamento do carro andando a 100 km/h em estrada de terra. Bom, creio que isso não seja um teste técnico e sim de impressões ao dirigir. Na ocasião do lançamento, chegamos a nos deslocar por estradas de terra com velocidade entre 60 km/h e 80 km/h, algo que já é bem rápido para um carro civil nessas condições. Andar a 100 km/h ou mais em trechos desconhecidos, com poeira na cara e sem saber o que vem no sentido contrário é coisa para piloto e eu, ainda, sou jornalista. Mas estou aprendendo. 

 Nessa mesma ocasião, respondendo a outra pergunta, pelo menos no carro em que conduzi, não tive problemas com a vedação. Apesar de a poeira de mineração ser como “praga” para quem passa por ela, o interior manteve-se intacto. Os compartimentos do motor acabaram o test-drive bem sujos, assim como o radiador e a parte interna das caixas de rodas. Contudo, não pudemos saber o quanto isso danificou o carro, já que a “nossa” perua passou por outra revisão antes de nos ser entregue. Já rodamos com ela na terra, bastante terra aliás, e por enquanto, nenhum problema mecânico. Só que a vedação já anda falha, como descreveu Ricardo Meier no 46º dia (leia).

E por fim, rodei pouco mais de 40 km hoje com a Locker, de casa para o trabalho. De lá tive de sair com outro carro para testes em Limeira, SP. Continuo achando-a bem ágil e prática no trânsito, só não gosto dos aspectos ergonômicos. o comando de regulagem da altura do banco fica num lugar muito apertado, entre a porta e o assento. Difícil de manusear. E o comando dos vidros elétricos, quase que sempre, me fazem abrir os vidros traseiros, quando vou mexer sem olhar. Deve ser questão de costume. Ah, também sinto falta de uma regulagem de profundidade do volante (que existe até no pequenino Citroën C3) e não vejo (ainda) vantagem alguma em ter bússola e inclinômetros no painel. Mas há quem goste, claro.

   

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Consumo semanal - 18/8 a 25/8

Agosto 25th, 2008 por Gerson Campos

Nesta semana, nossa Locker rodou apenas em percurso urbano ainda com gasolina no tanque. Após 529 km na cidade, foram gastos exatos 59,5 km/l, média de 8,8 km/l. Bom para vocês? Vejam a tabela abaixo:

Percurso Parcial 62 º dia Parcial semanal
Cidade 3 331 km 529 km
Estrada 3 923 km 0 km
Terra 98 km 0 km
Total 7 352 km 529 km
Consumo da semana 8,8 km/l

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61º dia

Agosto 24th, 2008 por João Anacleto

Do que eu preciso?

Hoje passei três horas do dia a bordo da Locker. Tudo na cidade, mais de 140 km. O consumo rodando a gasolina, de acordo com o computador de bordo, marcava 10,6 km/l. Nada de empolgante, mas sem sensação de lesão. Média regular. Chegando em casa, fui ao site da fiat (www.fiat.com.br) para ver se cada um dos equipamentos da perua sabatinada tem valia para a minha necessidade.

O preço base, postado para quem é de São Paulo, capital, é de R$ 55 100. Aumentou bastante desde o lançamento. Talvez tenha sido pela procura, já que antes de mais um facelift, vendia-se, em média 1 263 Palio Weekend por mês. Em julho, este número subiu para 3 319, sendo que mais de 50% da produção é destinada à versão aventureira, entendo a escalada de preço. Lei da oferta x procura, meu caro. Coisas deste Brasil em ebulição, ávido por novidades.

A partir daí, juntei os equipamentos que a perua possui e cheguei à cifra de R$ 66 658. Só lhe faltam a regulagem elétrica do banco do motorista (que custa R$ 2 906, e eu acho totalmente dispensável), apóia-braço central, side bags dianteiros (que só vêm junto com o dispensável regulador elétrico de altura) e subwoofer (outro item que não me enche os olhos, tampouco os ouvidos).

Entre os opcionais que a nossa Locker possui, entendo que a pintura metálica é dispensável. Pegaria uma vermelha no lugar da “Cinza Cromo” e, além de chamar mais atenção, economizaria R$ 874. Bancos de couro? Hummm… Eu não vejo tanta necessidade. Mas isso pode ser bronca de ficar “fritando” em cima dele hoje, depois de um dia de 30ºC trafegando pela cidade. Isso sem contar que exposto ao sol… você sabe, né? Tem de esperar alguns minutos para o desaquecimento “global” do carro. Sem eles também economizaria os R$ 1 761 da pele e mais R$ 333 do banco traseiro bipartido ou R$ 543 do mesmo acessório acompanhado do apóia-braço, vinculados ao revestimento. De acordo com o site, um exclui o outro.

Outro item que não me fustiga é o kit High Tech, composto por sensor crepuscular (que detecta falta de luz exterior e acende faróis ou lanternas), sensor de chuva (que é um tanto temperamental, como comprovei na sexta-feira) e retrovisor eletrocrômico. Coloque aí menos R$ 1 555. Retrovisores elétricos, ok. ABS e airbags, ok (mas bem que poderiam ser separados, pois temos direito de escolha). Rádio CD Player Connect integrado ao painel com RDS, leitor de MP3/WMA, Viva-voz Bluetooth e Entradas USB/iPod, ok. Volante revestido de couro, ok (com o tempo, o volante emborrachado da Fiat descasca, pelo menos nas minhas mãos ácidas). Retrovisores elétricos, ok. Vidros elétricos traseiros, ok (pela comodidade de quem já vai apertado lá atrás). Sensor de estacionamento, ok. 

No fim desse “desmonte”, teria um carro exatos R$ 4 723 mais barato. Achou pouco? É verdade, perto dos R$ 66 658, o valor corresponde a pouco mais de 7%. Mas, em um financiamento, onde a taxa pode ultrapassar 11% ao ano, em um financiamento de 36 meses, o valor pode ir a R$ 6 281. Mais R$ 1 558. E na hora de vender, o que vale mesmo é o bom estado do carro. Os acessórios quase sempre vão pelo ralo. 

Você concorda? Acha que a grana a menos compensa? E crê que algum item que dispensei melhoram a sua convivência diária com um carro?     

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60º dia

Agosto 23rd, 2008 por João Anacleto

“SUV light” desde quando?

Desde ontem pela manhã, com o sol esquentando o asfalto de São Paulo, estava tudo programado para a Locker cair na estrada, rumo ao litoral. Tudo para testar o Locker em uma trilha leve, no município de São Sebastião, e sentir se o equipamento conduz bem o carro entre pedras, valetas e facões. Sem barro, para não atolar de novo. Mas… Pois é. O dia “virou”, a chuva veio e a minha esperada jornada foi para a cucuia. Estávamos precisando viajar um pouco. Eu e a Locker.

Contudo o sábado “urbanístico” valeu para sentir mais da reação do público e relfetir sobre o estilo da perua. Logo de manhã, entusiasamado pela possibilidade do ouro no vôlei feminino, me juntei à TV antes das 9h. E no intervalo de um set para o outro vem o reclame comercial do novo Palio Adventure Locker, que termina com a palavra SUV light estampada na telinha. Me veio à cabeça a indignação que senti no lançamento quando ouvi da boca dos representantes da Fiat o termo “SUV light”. Fui buscar outras referências.

locker-lateral.jpg

O que encontrei, só de puxar pela memória, foram dois “aventureiros urbanos”, os quais têm detalhes estéticos certamente utilizados na hora de estilizar a Locker. Primeiro, o belíssimo Audi Allroad, lançado em 1999, que passou sem modificações até 2005. Na base de um Audi A6 Avant (veja só você, um Audi A6!) o veículo ganhou pára-choques mais bojudos na cor preta e suspensão elevada. Além de já contar com tração Quattro (excelente para terrenos com baixa aderência) e ter motor de 6 cilindros, 2.7 twin-turbo, com 250 cv. E mesmo assim, nunca (eu disse nunca!), foi sequer comparada a um SUV, nem que fosse light.

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Indo um pouco mais longe, lembrei que na Suécia também haviam feito uma perua com alguns penduricalhos. Era a famosa V70 Cross Country. Esta trazia um motor 2.5, de 193 cv e o AWD (All Weel Drive), para superar os obstáculos dentro e fora da selva de pedras. Além dos pára-lamas protegidos por abas plásticas, vinha bem elevada e com um bom espaço interno e do porta-malas. Agora está entre nós como XC70, desde 2007. E, pelo que procurei, nunca (eu disse nunca!) foi rotulada de SUV light.

volvo-v70-cross-contry.jpg

Sendo assim, em comparação com dois carros que trouxeram o “off-road light” para os carros de passeio, faço a você leitor as seguintes perguntas: Qual a SUA concepção sobre um SUV (de bate-pronto, sem pesquisar)? Você acha que o Palio Adventure Locker pode ser chamado de SUV light?           

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59º Dia

Agosto 22nd, 2008 por Rafael Miotto

Evitando um acidente

Sabe aquela situação, quando acontece um acidente e, pela curiosidade das pessoas, um outro choque ocorre? Ontem, ao voltar até minha residência, em Santo André, SP, saindo aqui da região sul de São Paulo, SP, quase um fato desse aconteceu. Depois de passar ao lado do Aeroporto de Congonhas, utilizando a avenida dos Bandeirantes, dois carros tinham acabado de se chocar na pista sentido Marginal Pinheiros.

E, como sempre acontece, alguns carros frearam subitamente para ver o que acontecia do outro lado. Nesse momento, pude ver como os freios ABS são realmente eficientes. Necessitando parar, pisei sem dó no pedal de freio e pude sentir os solavancos característicos do sistema. Parei rapidamente e, sem problema algum, segui com minha “viagem” diária.

Como já comentei em outro post, um opcional como o ABS acaba salvando e vida de muitas pessoas e devia ser um item obrigatório em todos os veículos. Claro que o preço iria subir. No site da Fiat, a versão básica da Locker sai por R$ 55 100; com o pacote High Safety Driver — que conta com o ABS e airbag duplo —, o valor sobe para R$ 58 912.

E você? Acha esse valor alto ou vale a pena pela segurança que proporciona?

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58º Dia

Agosto 21st, 2008 por Gerson Campos

Visão de consumidor

Amigos do Teste dos 100 Dias,

Resolvemos convidar um não-jornalista e colega de trabalho aqui da Motorpress Brasil Editora para andar na Palio Adventure Locker.

Trata-se do André Farias, designer responsável da revista RACING. Dono de um Ford Fiesta 1.6 Flex 2007, o André estava curioso para andar na Locker. Aproveitamos para deixá-lo um dia com o carro e trazer uma visão menos “viciada” da coisa e mais de consumidor. Veja abaixo o que ele achou do carro:

Foi a primeira vez que eu dirigi uma Palio Adventure (pois é, acreditem!). Melhor ainda foi andar com a Locker. Desde o primeiro instante em que olhei para ela, a vontade de guiá-la foi muito forte. Mas, como as obrigações vem em primeiro lugar, deixei para pedir esse favor no melhor momento. Enfim, a vontade passou!

Gostei muito da posição de dirigir. Os bancos de couro e o encosto de cabeça fazem o nosso caminho ficar mais prazeroso ainda. Em alguns momentos, pensava aonde mais eu poderia ir para aproveitar a Palio Adventure. No asfalto,  o “flutuar” era quase uma realidade. Só não entendi por que um carro com motor 1.8 demora tanto para retomar velocidade, mas isso deixo para os que melhor entendem. 

Procurei muito um “porta-trecos” e encontrei apenas pequenos lugares que acabaram por servir o celular e as chaves. Ruídos de plástico chamaram atenção (não sei precisar de que parte realmente eles vinham).

Toda vez que tenho o prazer de presenciar os carros testados pela revista CARRO e pelo portal Carro Online, gosto muito de ouvir uma “palhinha” do som dessas super máquinas. E a Adventure me deixou bem satisfeito.

Enfim, gostei muito do carro, bonito, espaço interno agradável! Mas ainda tenho uma dúvida: por que um carro tão caro? 

André Farias, designer responsável da revista RACING

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